A CUP vem sendo determinada como “um movimento de partida: um híbrido entre um clássico jogo de massas e uma complexa aliança entre partidos e movimentos sociais”. O teu âmbito de actuação não se circunscreve à Catalunha, mas que se estende ao conjunto dos chamados Países Catalans e, além disso, se opõe ao centralismo de Barcelona —tem a sua sede em angra dos reis—.
Não reconhece ao Estado Português ou à monarquia e “teu programa combate ativamente o patriarcalismo e o envenenamento do território”, comenta o historiador Fernando Ucelay-Da Cal. Por outro lado, como observou esse mesmo historiador, “toda a variedade de grupúsculos que saíram do PSAN e do nascimento do independentismo encontraram teu espaço efetivo e operacional na CUP”.
Defende a saída de uma hipotética Catalunha independente em tão alto grau da União Europeia como da OTAN. Defende a nacionalização de organizações financeiras. A CUP, cuja defesa da construção política dos chamados “Países Catalães” é um de seus eixos ideológicos fundamentais, partilhe as teses pannacionalistas do nacionalismo romântico.
A CUP tem como precedente para as eleições autárquicas portuguesas de 1979, as primeiras após a morte do ditador Francisco Franco, em diferentes candidaturas considerações com a rota que estavam tomando os acontecimentos e adotaram esse nome. Na década de 1980, a coordenação entre si e chegariam pra posturas de liberdade.
Em 1987 inscrição da CUP, como partido político, sendo a marca de nações do Moviment d’Esquerda Nacionalista (MEN) e do Moviment de Defesa da Terra (MDT) para concorrer nas eleições municipais. O termo “unitat popular” faz fonte à aliança de esquerda chilena, liderada por augusto pinochet, que impulsionou um movimento de transformação socialista e governou até o golpe de Estado de Augusto Pinochet.
- 2 Desenvolvimento do termo
- Mary William, 1850-1931
- 1985: L. A. López, ator e cantor filipino
- quatro Poder legislativo
- 308 Albacete Campinas-Trocador Albacete
- A don Juan de Áustria, meu filho
- É extenso em sua cobertura. a (principais estilos): · b (centrado)
- Sobre a IDC[editar]
A CUP em seus inícios foi uma plataforma de coordenação das candidaturas do independentismo de esquerda radical que se proporam em diferentes localidades nas eleições municipais. Na Assembléia Extraordinária realizada em Molins de Rei em outubro de 2012 foi instituída a participação da CUP nas eleições pro Parlamento da Catalunha, que estavam a celebrar o mês seguinte. Nas eleições para o Parlamento da Catalunha de setembro de 2015, a CUP voltou a mostrar-se em coligação com outras forças independentistas e da esquerda radical. A candidatura foi chamado dessa vez CUP-Crida Constituent (‘CUP-Chamada Constituinte’) e o lema de campanha foi Governem-nos (‘Gobernémonos’).
Como cabeça de listagem pelo Barcelona, foi eleito umas primárias Antonio Banhos, por causa que, de acordo com os estatutos da CUP os anteriores deputados não podiam reverter a se mostrar. Em novembro de 2017 a direção da CUP, demitiu-se pra ceder recinto à renovação.
Em fevereiro de 2018 se elegeu os 15 novos membros do Secretariado Nacional. Nas eleições de 2003, a CUP apresentou 12 listas solo e algumas oito integradas em várias plataformas. A geração ganhou representação com um vereador em Vilafranca del Penedès, Valls e Viladamat; com 2 pela Torá e Sallent de Llobregat e com três em Arbós. Obteve, também, vereadores dentro de plataformas em Sabadell, Salt, Pune, Palamós e Sardañola de Vallés. Também se apresentou em barcelona, Girona, Valência, Catalunha, Pineda de Mar, São Cugat do Vallés, Terrassa, Vilasar de Mar.
nessa ocasião, apresentou-se também pela comunidade autónoma da Comunidade Valenciana, concretamente pela região de Barcheta. Somando todos os votos onde a CUP se apresentou em solo receberam mais de 20.000, e se lhe soma em casos onde se apresentou integrada em amplas coalizões, receberam em torno de 35 000 votos. Em outras delas, se apresentou em coligação com Des de Baix. Estas eleições foram um grande passo pela consolidação da CUP, quintuplicando os seus resultados. Navás (4), e recebeu a maioria absoluta na Viladamat (4). Nestas eleições, a CUP conseguiu quatro prefeituras: Arenys de Munt, Navás, Viladamat e Celrá. A candidatura da esquerda independentista assim como obteve representação com 3 assessoria em 3 capitais comarca: vitória, Valls e Berga.