Casais De Primos Irmãos Nos Falam De Sua Relação

Casais De Primos Irmãos Nos Falam De Sua Relação 1

Este postagem foi publicado originalmente na VICE-AU. Se mudaram alguns nomes pra salvar a identidade dos protagonistas. Casey está orgulhoso de levar 23 anos de casado com Sara, todavia quer deixar alguma coisa claro desde o começo: “Não sinto atração por nenhuma outra de minhas primas, e assim como decidi perseguir, conscientemente, que prontamente é minha mulher”.

Os dois são da Carolina do Norte e a química entre ambos surgiu no momento em que eram adolescentes. Mas o pai de Casey e a mãe de Sara são irmãos, desta forma que os dois jovens se viram obrigados a reprimir seus desejos durante 5 anos. Finalmente, deram rédea solta ao que sentiam —”Era uma coisa que não podíamos descartar”— e, quando tinha 22 anos de idade, Casey pediu em casamento a Sara.

A notícia caiu fatal para a família. “Um cara me falou que eu merecia ninguém pra me comentar e meu pai me disse que acabaria na prisão, porém os ânimos se acalmaram quando nos casamos”, lembra o Casey. “Continuo sem expressar com alguns dos meus tios, mas tudo bem, neste momento lhes caía mal desde antes”. “Nem eu mesmo conseguia crer que tivesse passado”, diz Casey.

“Mas além do acontecimento de que nós somos primos, irmãos, a nossa conexão é inteiramente normal”. Mas nesta ocasião os 2 falam mais abertamente de tua relação de parentesco, Casey lembra que quando começou a sair com Sara só havia contado a um camarada. “Dava-Me pena e tinha temor de que as pessoas me dissesse que nós estávamos introduzindo o erro”, explica.

“Foi custoso resolver com esses sentimentos”. Geralmente, a ideia de que 2 primos mantenham relações sexuais é considerada repugnante. É um parente. Não se deita com participantes de sua própria família. “, anuncia Alan Bittles, chefe de investigação do Centro de Genómica Comparativa de Murdoch University.

  1. Direito de obter a autorização para dirigir veículos
  2. Registado: 11 mar 2003
  3. Esse bêbado leu a carta e colocava qualquer coisa distinto
  4. 2014: “Sem ti” (CD)
  5. Suas irmãs dizem que ela é trabalhoso

Bittles, que leva mais de 40 anos buscando as relações de parentesco, afirma-se que esta cifra representa, pelo menos, dez por cento da população total. “E o mais viável é que seja mesmo a mais alta, por causa de há muitos países, como a Indonésia, Bangladesh e os países da áfrica subsariana, os quais não dispomos de dados”. “Do ponto de visão cultural, não há causa por que não temos que aceitar este tipo de relações”, inclui Bittle. Poucas escrituras religiosas ou legislações nacionais proíbem explicitamente as relações de consanguinidade. Na Austrália, por exemplo, é perfeitamente sensacional se casar com um primo-irmão (ou com um sobrinho ou tio), no entanto continua sendo um tabu no Ocidente.

“O estigma deriva do temor de que a semente possa nascer com defeitos ou duas cabeças”, diz Casey, “porém isto só apresenta a ignorância. Justo já estamos tentando ter filhos e os 2 sabemos que não há nada que temer”. Ao que parece, ter um filho com um primo ou prima implica correto risco de que surja um risco recessivo de um dos pais.

porém, o doutor Greg Jenkins, obstetra que tem assistido ao nascimento de pelo menos 4.000 piás fruto de casais com laços de consangüinidade, garante que o traço de defeitos congênitos é inferior ao que se acredita. “Estamos citando de números menores, mas que são ‘grandes’ números pequenas quando se trata de casais consanguíneas”, explica.