Mas, Por Que Sempre O Mesmo?

Mas, Por Que Sempre O Mesmo? 1

Não digo que a ocorrência não tenha o teu lado cômico. Mas, mesmo desta maneira, Como podem rir-se de um desprovido homem prisioneiro? E, o que é pior, como Morte e guardando as paredes do meu caixão? Meu automóvel avançava pela noite, no silêncio, a lua ia a trajetória através da solitária reta. Então eu ouvi aquela risada dantesca que ocupou todo, eu senti minha pele erizarse, meus olhos se abrirem.. eu Parei o carro e saí, o páramo diante dos meus olhos,árvores distantes.

Então, de distanciado, começaram a sair figuras e mais figuras rodeandome muito rapidamente pra tentar apanhar, consegui entrar no carro pra acompanhar que essas figuras que se agolpaban os cristais eram eu mesmo. Atropellé meus fantasmas gêmeos com complexidade e consegui sair de lá, todos os meus medos seguiram rindo até que recuperei o silêncio. Era muito tarde e estava retirado de residência. Não sabia como havia chegado até esta parte da cidade, e está vestindo uma temporada abusando em excedente do álcool.

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  • Presidente do Partido Popular da Comunidade de Madrid (2004-2016)
  • 2019: Contra o vento
  • 2011 – Eden le film (França) [Curta-metragem de Animação][15]
  • o Abrigo? O ONDE!? Estamos no meio da pastagem
  • 2011-2012: On the Floor, que é o amor? e Dance Again…The Hits ”

Se tratava de uma zona marginal com todos os males que a nossa população nos apresenta. Tinha uma mistura de susto e ressaca já que tinha ouvido do piá milhares de histórias sobre isso heroina, prostitutas e dificuldades. Comecei a percorrer rapidamente pra sair de lá o quanto antes e a poucos metros de mim, ouvi uma enorme gargalhada, seguido de uma voz que se aproximava, contudo não os 2 tão a perceber o que dizia.

Eu neste momento não andava, corria durante a avenida, entretanto essa voz cada vez estava mais perto e não me atrevia a espiar pra trás. Minha respiração estava muito agitada e meu terror tinha se transformado em pânico, porque essa voz ,que continuava sem dominar o que dizia ,estava me alcançando. Cheguei a umas duzentas pulsações ao cruzamento da ponte e pensei observar um táxi que se aproximava.

Eu subi nele e aí acabou tudo .Eu prometi a mim mesma severamente para não reverter a abusar do álcool. A risada soou muito baixo. Tão baixo que me era muito custoso distinguir entre o som e o ruído de meus pensamentos.

Levava tempo lá, tentando monopolizar todo o espaço do meu cérebro e acentuando a aguda angústia de cabeça com o que me tortura. Na escuridão em que estava mergulhado tentava definir, siluetar essa boca aberta expondo seus pestilentes dentes; sua imagem era tão intensa que não entendo se a rua ou imaginava.

a Minha mente estava difusa, espessa, possivelmente devido ao violento dor de cabeça. Tentava acordar, relembrar, constatar, mover-se, entretanto era impensável. Basta recordar dos amigos e o automóvel no estacionamento, quando fui abri-lo. A agonia de cabeça diminuiu um pouco sua intensidade, e pude doar-me conta de que, na verdade, não estava nem sequer sonolência.

Lembrei-me de golpe, que ao pôr do sol, tinha ouvido um diagnóstico que o médico dava a minha mulher. O incidente de veículo e o estado de embriaguez haviam produzido uma tetraplegia definitiva, e, em conseqüência, ficava brutalmente sentenciado a essa risada de existência.

Não podia me mover, não conseguia comentar. Só podia visualizar e ouvir. Meu grau de desespero se aproximou de dimensões infinitas, durante o tempo que a risada continuava lá, muito suavemente, do teu canto sujo, alimentando meu novo estado de loucura. Levou numerosas semanas por isso, e neste instante sou um monstro. Meus pensaminetos são sórdidos, negros. Já não sou humano. Me restam vários anos de risada. Estava lá mais uma vez.