O ano inteiro se transformou numa campanha eleitoral constante ao fazer-se eleições andaluzas, regionais e municipais, catalãs e gerais. O auge do debate nacionalista deste ano foi a resolução de independência aprovada pelo Parlamento e anulada pelo Tribunal Constitucional.
Os casos de corrupção não fizeram mais que desenvolver-se: a Gürtel, Nóos, Pujol, ERE, e Púnica juntaram-se o caso de 3% do CDC e outro acusação a Tempo. Também foram aprovadas algumas leis polêmicas, como a “lei mordaça’, a lei do aborto, ou da Lei de Processo Criminal (LECrim). A eclosão do Estado Islâmico fez com que o Governo português tenha aumentado as operações de duelo ao terrorismo, conseguindo um recorde de prisões.
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Andaluzas, regionais e municipais, catalãs e gerais, por ordem cronológica. O ano inteiro se transformou em uma campanha eleitoral frequente, onde ficou patente o fim do sistema bipartidário, e constatou-se a fragmentação do voto e a pluralidade política nos municípios, comunidades e Congresso.
nas eleições andaluzas, realizadas em março de 2015, o bipartidarismo, conseguiu sobreviver ao resistir o PSOE, o teto para os emergentes. Os socialistas andaluzes mantiveram o mesmo número de assentos, quarenta e sete (apesar de ter perdido quase 120.000 votos e obteve a tua percentagem de apoio mais baixo em algumas regionais), sendo o mais afetado, o PP, que caiu de cinquenta a 33 deputados. Três meses após as andaluzas, e no momento em que ainda estava no ar quem governaria nesta comunidade, as eleições regionais e municipais confirmaram a transferência de poder do bipartidarismo e a ascensão de Cidadãos e Podemos.
O câmbio chegou a diversos municípios, como Madrid, Barcelona, Valência ou A Corunha, governados por candidaturas como Agora Madrid, Barcelona, no Commune, as linhas de portas ou Maré Atlântica, apoiadas por nós Podemos. Embora o PP continua sendo a potência mais votada, a torta ficou muito dividida e em muitos casos conseguiu derrubar os ‘populares’ com pactos entre o PSOE e Podemos, em tal grau a grau local como regional.
Os comícios catalães do dia vinte e sete de setembro, levantados pelas formações nacionalistas como um referendo separatista, deram a vitória a Junts pel Sim, a marca de autonomia, que une a ERC e CDC. IU) daria como resultado, os 176 assentos necessários pra maioria absoluta, salvo, isso sim, que houvesse um hipotético governo de concentração PP-PSOE, ao mais puro tipo alemão. Neste contexto, as negociações para formar um novo governo prevê longas e complexas, porque nem PSOE, nem ao menos Podemos apoiar um Governo de Rajoy e a abstenção de Cidadãos não é suficiente pra governar o PP.