O Turismo ‘salva O Tipo’ Na Comunidade Com Menos Dormidas, Mas Mais Rentabilidade

O Turismo 'salva O Tipo' Na Comunidade Com Menos Dormidas, Mas Mais Rentabilidade 1

O travão no turismo prontamente é uma realidade. E os sintomas que o explicam, conhecidos desde há muito tempo. Sim, o final da alta temporada, agora permite que você colocar números em um contexto de queda das dormidas hoteleiras que, fundamentalmente, consegue salvar o da rentabilidade.

A recuperação de destinos turísticos -e a concorrência direta da Comunidade Valenciana – como Tunísia, Turquia ou o Egito ou o avanço dos apartamentos turísticos não reglados acabou por bater o setor. “A decisão do Governo valenciano de não onerar o turismo nessa Comunidade com nenhum tipo de taxa ou imposto para o alojamento vem sendo fundamental para conservar esses dados e poder prosseguir crescendo em rentabilidade”, avalia o patronato. E isso visto que há um dado, o da receita média por quarto disponível (RevPar), pro que a Comunidade Valenciana, regista-se uma melhoria. Aqui sobressai Benidorm, que mantém o rendimento por quarto disponível mais elevado, com 85,7 euros de média.

Também, a chamada capital turística da Comunidade Valenciana não se afasta da tendência de queda de 1% das dormidas e calca esta cifra. Mas não passa dos 3,oito milhões de dormidas, “o mais incrível registo de todos os pontos analisados” na comunidade autónoma da Comunidade Valenciana, de acordo com Hosbec.

Há que ter em conta que o Barcelona ou Madrid se movem no lugar de seis e cinco milhões, respectivamente. A província de Valência, é a que melhor comportamento turístico tem registado, com um desenvolvimento de 2% das dormidas até os 2,seis milhões.

Quase a metade de todas elas correspondem à cidade de Valencia, que supera também em 10 pontos (86%), a ocupação média da província. Onde mais evidente se torna a recessão é no sector dos apartamentos turísticos reglados.

É o que mais sofre “com o avanço exponencial da comercialização de estadias em casas que ocorre sem nenhum tipo de controle por intervenção de diferentes plataformas”, avalia Hosbec. Este tipo de apartamentos foi perdido pela comunidade autónoma da Comunidade Valenciana, 10% de tuas dormidas, caindo até os 5,4 milhões. Atraíram 756.314 viajantes e tiveram uma ocupação média de 63% de uma estadia média de sete dias.

  • Em notas de tradução de Paulo Oyarzún, usada neste trabalho
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Essa Valência sempre esteve aí e continua mais viva hoje do que nunca, igual revelam todas as iniciativas que existem hoje na cidade e mantêm vivos os bairros. A ascensão ao poder do PP foi um catalisador para fazer uma música mais combativa? Já não poderei com vontade de modificar as coisas, com frustrações decorrentes das isenções de Transição, a batalha de Valência e a campanha de violência política. Com a chegada do PP aprendemos a guerrear, sem cada tipo de suporte institucional.

Foi construída uma rede de resistência de entidades e associações culturais que, com os próprios meios, articularam uma cena cultural que adotou algumas sinergias e resistências no País Valenciano. Nos anos oitenta houve uma certa desmobilização e ao final da década e início dos anos 90′ voltou a se impulsionar muita gente.

fala-se Também no livro da introdução das linhas em valenciano nas escolas. Você acredita que, com ela, aumentou a presença desta língua no meio da rua? Além das linhas, a própria introdução da disciplina de valenciano com a lei de 82 jogou a favor da língua.

Embora a lei nunca foi aplicada de uma forma completa e assim como era muito limitada, provocou mudanças de consciência e a perda de preconceitos. É um problema que se arrastou os valencianos: o preconceito e o autoodio. Como o senhor vê a partir de Valência, a consulta solidária da Catalunha? É um aprendizado de que forma as mobilizações cidadãs, cívicas e conhecidos foram forçado a essa situação.