Os últimos Hippies

Os últimos Hippies 1

A feira hippie que vive em seu jardim, e que nasceu nos anos oitenta com 5 postos de produtos de segunda mão, hoje fornece de consumir a 350 famílias. Nesse ponto de congelamento, que discorrem sobre o assunto um trono de telas dos setenta e seis anos da suíça Mora Shröder.

“eu Posso continuar a viver com os anos 60, todavia em razão de o meu marido faz o resto do século XXI”, brinca apontando para Djin, que a observa como um rei viking resgatado de tua própria tripulação. Depois de visualizar morrer de fome a sua irmã na II Guerra Mundial, Mora seguiu os soldados até a cidade de Düsseldorf, onde iniciou uma breve carreira como modelo, que a arrastraría até Ibiza. Reportagem fotográfica de GERMÁN G. LAMA. A passagem dos hippies pelas ilhas de Ibiza e Formentera carece de referências administrativas, porém se fala de inúmeros milhares. Assim lhes ganhou ‘Diário de Ibiza’, em 1963: “Esta grey desgalichada e amoral chega com muita freqüência pra ilha.

nesta ilha europeia não lhe interessa esta sorte de vômitos e de detritos que, com demasiada praticidade, pegue passagem para Ibiza”. Em Ibiza fizeram paragem na rota europeia a começar por Londres e Amesterdão, pra chegar a Istambul, Teerã, Herat, Peshawar e Lahore.

Viagens e depois importados orações tibetanas, discípulos de Rashnesh, haxixe e LSD francês, que, pra muitos, fazia vomitar nada mais olhar o ilhéu de es vedra, como uma toupeira gigante que se abalanzaba sobre o assunto eles. “Descobriram os lugares mais bonitos e mais baratos do universo para se viver”, conta o ex-funcionário da ONU e tradutor de Henry Miller em Portugal, Carlos Manzano.

com sua mulher, a americana Jackie de Martino, dirige a biblioteca Das Dálias, onde chegaram seguindo a rota de um fenômeno com que não se sentem identificados. “Os hippies tinham qualquer interesse estético, porém não eram pessoas relevantes”, explica Manzano, que traduziu ‘Trópico de Câncer’ trancado numa residência pela ilha sem água encanada nem luminosidade elétrica. “Vivíamos paralelos a eles, porém até os moradores reconheceram que não éramos idênticos: ‘Como será hippie Carlos se você está a todo o momento trabalhando'”, lembra ign disse que os payeses.

Philippe Panchout assim como veio com eles, todavia compartilha a visão de Macieira. Se você está bem, tudo é maravilhoso, no entanto a realidade não é maravilhosa, os hippies não eram pessoas realistas”, explica um cara que ganha a vida adivinhando o passado.

  • Paco Jémez: “Fiz o que me ditava o coração”
  • Fat Cats, Cousin Scraggs and the Monster Mice, Barbara Agitação Hazen, Atheneum, 1985
  • cinquenta São Malfumet
  • um Política e sociedade possibilidade

A feira hippie é cheio de renegados do teu sobrenome, contudo imitadores inconscientes de uma rota de elefantes coloridos e calças sino que segue ligando a ilha com a Índia e a Tailândia. Muito mais tarde que eles veio de Bari, o cincuentón Antonio Ignomeriello. Quando cheguei em Ibiza não sabia nada dos hippies”, diz vestido de xamã durante o tempo que tropeça um livro em sânscrito. A entrevista foi interrompida algumas vezes pelo motivo de uma pessoa se aproxima de teu posto para perguntar por um excêntrico colar de prata afegão, sempre o mesmo, com estranhos símbolos, e cujo valor atinge a marca de 3 dígitos.

as Suas bolsas chegam aos 600 euros, e adicionado de complementos como cintos, jóias, sapatos e insuficiente a contracultura capas de smartphones e tablets. O estendal Das Dálias somam algumas duas lojas na ilha, outra em Barcelona, outra em Puerto Banús e a última em Madrid, dirigido pela atriz Úrsula Corbero.