As reações não tardaram em aparecer, boas e más; porém as más destilaban um ódio visceral pro físico de alguém, Eduardo Castro, que não tinha feito mais do que lembrar uma questão que afetou só a ela. A revista pegou a luva e chamou-a, fez-lhe umas fotos e escreveu um texto. A reportagem poderá ser encontrada pela edição impressa do passado mês de março. “Aguardo que é Concedido” intitulam, com pretensões de fada madrinha. A peça da atriz, que aparece pela página 118: duas imagens e alegações que ocupam no total de quatro páginas. A capa da revista, isso sim, a leva a atraente, fina e ocidental Pauline Ducruet, porque somos muito diferentes, mas que não deve atravessar.
O distinto assusta, e, ademais, é o alvo ótimo de quem tem o dardo da raiva a ponto. Mas o diferente deixa assombrar no momento em que se convive com isso e se normaliza. Por isso, um dos argumentos que se propõem para combater a gordofobia é visibilizar estes corpos, ao invés eliminá-los do plano público, fazendo como que não existem.
“Há ausência notabilizar a pessoas diferentes e mulheres com estilos, sexualidade, etnias e físicos variados”, diz Castro em entrevista para a revista Harper’s Bazaar. Pergunto a Marc Virou, editor de moda da revista Marie Claire, a explicação da inexistência de gente obesa em revistas de moda: “Não há pessoas gordas, por causa de a gente não quer ser gorda, quer ser magro.
E em épocas imediatamente passadas, mesmo muito magro.” Sobre a diversidade que pedem diversas vozes -como a da atriz de Peles-, Virou bem como é clara: “A moda tem obsessão pela diversidade e o contrário, do físico para o mental. Não há nenhuma outra área criativa em que são emitidas tantas imagens e tantos discursos tão profundos sobre a diversidade. “A moda só aparecem magros”, dizem. Não é verdade. Se você diz isto é por incultura, ou porque não estão consumindo as revistas adequadas”. Realmente, não nos esqueçamos de que a moda, como a indústria o que desejas é vender e quanto superior a abundância de público tenha pra vender, mais o que pescar.
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“E dá como o que tenha que fazer”, diz o editor de Marie Claire. “Desde que você tenha dinheiro no bolso a indústria da moda é apto de ser solidária, ambientalista ou gay friendly. Existem muitos corpos e todos têm que ser vestidos. Você é gorda e você?
Pois tenho de moda por ti”. Este é outro conteúdo. Os modelos curvilíneas. A coisa começa mal se neste instante de partida, devemos de eufemismos: curvilíneas. Sobre esta e algumas terminologias pra se expor a pessoas obesas ou com excesso de peso, se pronunciou a youtuber Isa RT, há alguns anos: “Fofisanos, gordibuenos, grandifuertes… Não apenas os termos são horríveis, porém, o Primeiro que a mim me soa a insultos e segundo que parece que são uma inevitabilidade das revistas para rotular as pessoas que não nos ajustamos aos cânones de graça instituídos”.
Mas não apenas nestas terminologias é o eufemismo, bem como no que verdadeiramente representa. Meus quilos, a minha bandeira. Não são poucas as mulheres, – e digo mulheres, sobretudo em razão de somos nós que acabamos dando mais explicações se nos aceitamos como somos, ou não-, que exercem alarde de seus quilos a mais, propriamente no momento em que estes são passado.
Temos assistido às zombarias pra Mariah Carey por encontrar-se ganhando peso. O discurso da cantora e o seu recinto próximo sempre foi o de auto-convicção. Mas, apesar de estar tão à desejo com seu físico como arengaba, há alguns meses Carey passou na sala de cirurgia pra perda de gordura. Novamente os seus quilos são novidade, no entanto imediatamente que perde. Um caso aproximado é o da apresentadora do Sbt, Carlota de Correr.